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Mefibosete

04/11/2012


“E Jônatas, filho de Saul, tinha um filho aleijado de ambos os pés; era da idade de cinco anos quando as novas de Saul e Jônatas vieram de Jizreel, e sua ama o tomou, e fugiu; e sucedeu que, apressando-se ela a fugir, ele caiu, e ficou coxo; e o seu nome era Mefibosete. (...) E disse Davi: Há ainda alguém que tenha ficado da casa de Saul, para que lhe faça benevolência por amor de Jônatas? E havia um servo na casa de Saul cujo nome era Ziba; e o chamaram à presença de Davi. Disse-lhe o rei: És tu Ziba? E ele disse: Servo teu. E disse o rei: Não há ainda alguém da casa de Saul para que eu use com ele da benevolência de Deus? Então disse Ziba ao rei: Ainda há um filho de Jônatas, aleijado de ambos os pés. E disse-lhe o rei: Onde está? E disse Ziba ao rei: Eis que está em casa de Maquir, filho de Amiel, em Lo-Debar. Então mandou o rei Davi, e o tomou da casa de Maquir, filho de Amiel, de Lo-Debar. E Mefibosete, filho de Jônatas, o filho de Saul, veio a Davi, e se prostrou com o rosto por terra e inclinou-se; e disse Davi: Mefibosete! E ele disse: Eis aqui teu servo. E disse-lhe Davi: Não temas, porque decerto usarei contigo de benevolência por amor de Jônatas, teu pai, e te restituirei todas as terras de Saul, teu pai, e tu sempre comerás pão à minha mesa. Então se inclinou, e disse: Quem é teu servo, para teres olhado para um cão morto tal como eu?” (II Samuel 4:4, 9:1-8)

Mefibosete significa vergonha. Ele cresceu sem pais e aleijado, sendo levado para Lo-Debar, que significa lugar incerto (ou lugar sem pastor). Ele não tinha mais esperança nenhuma, se considerava como um cão morto. Muitas pessoas hoje são emocionalmente como Mefibosete, não conseguem avançar na direção de Deus porque são aleijados emocionais. Davi foi um instrumento de Deus para abençoar Mefibosete, e nós também podemos ser usados para abençoar pessoas como ele. E se você está desesperançado como Mefibosete saiba que você pode ser restaurado por causa do seu Pai. Busque Ele e experimente desta restauração.

Que Deus nos abençoe.

Pr. Luiz Cláudio Flórido